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25 de out de 2018

16º Encontro Nacional de Pesquisadoras/es em Serviço Social (Enpess)

Tipo de evento:
Data: 02/12/2018 até 07/12/2018
Local: Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) - Vitória, ES
País: Brasil
Site: http://enpess.com.br/
Telefone: (45) 3025 2121
Descrição: Com o tema "Em tempos de radicalização do capital, lutas, resistências e Serviço Social" , a Abepss, gestão 2017-2018, tem a honra e a alegria de convidar todos e todas para o 16º Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social (Enpess), a ser realizado no período de 2 a 7 de dezembro de 2018, em Vitória (ES). 
Fonte: CFESS

Assistentes Sociais!Já está disponível o Relatório Final do 47º Encontro Nacional CFESS-CRESS

Blog dos Assistentes Sociais do Pará apoia Fernando Haddad #13 Presidente, em defesa da Democracia.



A coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdoB/PROS) apresentou o programa para o próximo governo de Fernando Haddad (2019-2022), com o desafio de retomar e aprofundar a democracia no Brasil. Dividido em cinco grandes eixos, o documento aborda temas cruciais para a superação dos problemas do povo. O governo Temer aprofundou a crise e o sofrimento da população com desemprego massivo e com a volta da pobreza, da fome, de doenças, entre outras mazelas nacionais. A era Lula mostrou que é possível crescer, gerar emprego e distribuir renda, mantendo a inflação baixa e reduzindo o endividamento público. Por isso, o PT afirma que as medidas do governo ilegítimo precisam ser revogadas, em especial o teto dos gastos públicos, a reforma trabalhista, a terceirização generalizada, a política de privatização, a desnacionalização, o desmonte do Pré-Sal, entre outros.
O Plano resgata as conquistas dos governos do PT e apresenta uma nova agenda para o Brasil. Os cinco eixos abordados são: “Soberania nacional e popular na refundação democrática do Brasil”, “Promover um novo período histórico de afirmação de direitos”, “Novo pacto federativo para promoção dos direitos sociais”, “Promover um novo modelo de desenvolvimento” e “Transição ecológica para a nova sociedade do século XXI”.

16 de out de 2018

ASSISTENTES SOCIAIS! PREPAREM O BOLSO, VEM AUMENTO NA ANUIDADE 2019.

ASSISTENTES SOCIAIS! PREPAREM O BOLSO, VEM AUMENTO NA #ANUIDADE 2019.
OS VALORES DEVEM FICAR ENTRE: O Mínimo para Pessoa Física: R$ 368,02 (trezentos e sessenta e oito reais e dois centavos) ou Máximo de Pessoa Física: R$ 583,74 (quinhentos e oitenta e três reais e setenta e quatro centavos), lembrando que o valor em 2018 para Pessoa Física estava em: R$355,20, considerando os descontos).
PARA QUEM VAI FAZER A SUA INSCRIÇÃO PELA PRIMEIRA VEZ, A TAXA DE INSCRIÇÃO SUBIU DE R$ 88,53(2018), PARA R$ 144,68 (cento e catorze reais e sessenta e oito centavos) Saiba mais: http://www.cfess.org.br/arquivos/ResolucaoCfess880-2018.pdf
( Dia 19.10) acontece a assembleia geral que vai definir por meio de votação da categoria, qual o valor da anuidade 2019, entre o mínimo R$ 368,02 ou máximo R$ 583,74. Participe para depois não reclamar no bolso. Mais informação http://www.cress-pa.org.br/eventos/conteudo.php?id=734

13 de out de 2018

BLOG DOS ASSISTENTES SOCIAIS DESEJA: FELIZ CÍRIO AO POVO DO PARÁ


No segundo domingo de outubro milhões de pessoas saem às ruas para mais tradicional festa religiosa da Amazônia e uma das maiores do mundo. A procissão tem 3,6 Km de percurso, saindo da Catedral, na Cidade Velha, até a Praça Santuário de Nazaré. Pessoas de todos os lugares do mundo vêm a Belém para participar da Festa.

A primeira procissão saiu na tarde do dia 8 de setembro de 1793. O Círio passou a ser realizado pela manhã a partir de 1854, devido as fortes chuvas que aconteciam à tarde. Desde 1882, o bispo Dom Macedo Costa, de comum acordo com o Presidente da Província, Dr. Justino Ferreira Carneiro, resolveu que o ponto de partida seria a Catedral, o que acontece até hoje. O segundo domingo de outubro ficou definido como o dia de realização da procissão do Círio em 1901.

Redes Sociais 


11 de out de 2018

Blog dos Assistentes Sociais do Pará é Fernando Haddad #13

vamos nos associar a todos que defendam a democracia.
Pela Democracia, pelo Brasil
Somos diferentes. Temos trajetórias pessoais e públicas variadas. Votamos em pessoas e partidos diversos. Defendemos causas, ideias e projetos distintos para nosso país, muitas vezes antagônicos.
Mas temos em comum o compromisso com a democracia. Com a liberdade, a convivência plural e o respeito mútuo. E acreditamos no Brasil. Um Brasil formado por todos os seus cidadãos, ético, pacífico, dinâmico, livre de intolerância, preconceito e discriminação.
Como todos os brasileiros e brasileiras sabemos da profundidade dos desafios que nos convocam nesse momento. Mais além deles, do imperativo de superar o colapso do nosso sistema político, que está na raiz das crises múltiplas que vivemos nos últimos anos e que nos trazem ao presente de frustração e descrença.
Mas sabemos também dos perigos de pretender responder a isso com concessões ao autoritarismo, à erosão das instituições democráticas ou à desconstrução da nossa herança humanista primordial.
Podemos divergir intensamente sobre os rumos das políticas econômicas, sociais ou ambientais, a qualidade deste ou daquele ator político, o acerto do nosso sistema legal nos mais variados temas e dos processos e decisões judiciais para sua aplicação. Nisso, estamos no terreno da democracia, da disputa legítima de ideias e projetos no debate público.
Quando, no entanto, nos deparamos com projetos que negam a existência de um passado autoritário no Brasil, flertam explicitamente com conceitos como a produção de nova Constituição sem delegação popular, a manipulação do número de juízes nas cortes superiores ou recurso a autogolpes presidenciais, acumulam declarações francamente xenofóbicas e discriminatórias contra setores diversos da sociedade, refutam textualmente o princípio da proteção de minorias contra o arbítrio e lamentam o fato das forças do Estado terem historicamente matado menos dissidentes do que deveriam, temos a consciência inequívoca de estarmos lidando com algo maior, e anterior a todo dissenso democrático.
Conhecemos amplamente os resultados de processos históricos assim. Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade. Testemunhamos os ecos de experiências autoritárias pelo mundo, deflagradas pela expectativa de responder a crises ou superar impasses políticos, afundando seus países no isolamento, na violência e na ruína econômica. Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários.
Em momento de crise, é preciso ter a clareza máxima da responsabilidade histórica das escolhas que fazemos.
Esta clareza nos move a esta manifestação conjunta, nesse momento do país. Para além de todas as diferenças, estivemos juntos na construção democrática no Brasil. E é preciso saber defendê-la assim agora.
É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós.
Prezamos a democracia. A democracia que provê abertura, inclusão e prosperidade aos povos que a cultivam com solidez no mundo. Que nos trouxe nos últimos 30 anos a estabilidade econômica, o início da superação de desigualdades históricas e a expansão sem precedentes da cidadania entre nós. Não são, certamente, poucos os desafios para avançar por dentro dela, mas sabemos ser sempre o único e mais promissor caminho, sem ovos de serpente ou ilusões armadas.
Por isso, estamos preparados para estar juntos na sua defesa em qualquer situação, e nos reunimos aqui no chamado para que novas vozes possam convergir nisso. E para que possamos, na soma da nossa pluralidade e diversidade, refazer as bases da política e cidadania compartilhadas e retomar o curso da sociedade vibrante, plena e exitosa que precisamos e podemos ser.
Assinam este manifesto

https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/369737/Manifesto-contra-Bolsonaro-une-artistas-e-intelectuais-de-diversas-tendências.htm

9 de out de 2018

Cidades para todas e todos

O conceito de Direito à Cidade, que vem sendo incorporado nas últimas décadas por gestores públicos e tomadores de decisão, pensa as cidades como um bem comum, como um ambiente mais justo, mais seguro, inclusivo, saudável, em que o acesso aos espaços públicos, serviços e políticas como mobilidade urbana, saúde, educação e habitação, seja um direito de todas e todos.
Hoje, 84,4% da população brasileira é urbana – um processo que não aconteceu ordenadamente e que ainda acaba gerando grandes problemas, com a população mais pobre tendo menos acesso a políticas públicas, além de muitas vezes ter seu direito à cidade negado. Isso, somado a políticas ineficientes, como a de mobilidade urbana, com transportes caros e insuficientes, acaba aumentando ainda mais a desigualdade.
“Essa segregação centro-periferia faz com que as pessoas tenham acesso aos espaços de maneira muito desigual. Alguns espaços começam a se tornar quase exclusivos para uma parte da população, e a outra parte fica sem acesso”, comenta Vinícius do Prado Monteiro, assessor para População e Desenvolvimento do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil.
CIDADES PARA POPULAÇÕES ESPECÍFICAS
Alguns dados reforçam a necessidade de se planejar a cidade para grupos específicos, como mulheres, jovens e LGBTI. O Grupo Gay da Bahia (GGB) registrou 445 homicídios de homossexuais no Brasil em 2017, o que representa um aumento de 30%, considerando os 343 do ano anterior, sendo que 56% dos episódios ocorreram em vias públicas. Outro dado alarmante é o da pesquisa divulgada pela ActionAid, que aponta que 87% das mulheres brasileiras que vivem em áreas urbanas já sofreram assédio.
Outro grupo que também tem seu acesso à cidade prejudicado é a população jovem das periferias. É importante criar oportunidades de educação e o acesso a serviços e de lazer e cultura para pessoas jovens, como praças e cinemas, muitas vezes localizados somente em regiões mais nobres, o que reforça a desigualdade. Segundo balanço da Agência Nacional do Cinema (Ancine), apenas 28 salas de cinema do total de 88 da capital federal estão fora da região central e do Plano Piloto.
“Equipamentos culturais são fundamentais para a população jovem. Grandes problemas sociais acontecem e são reforçados pela falta de oportunidades, de alternativas para os jovens de áreas periféricas. O poder público tem um papel muito importante de pensar em alternativas bem distribuídas”, explica Monteiro.
POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA
Uma das dimensões mais agressivas e complexas no âmbito da desigualdade da cidade é a das pessoas situação de rua, que vivem, trabalham e fazem das ruas seu local de moradia. Por permanecerem em regiões mais centrais, com mais acesso a equipamentos e melhores condições, parte da sociedade as marginaliza e as criminaliza, negando seu direito de ir e vir nos espaços públicos.
“A partir do momento em que reconhecemos os direitos humanos como algo inalienável e universal, compreendemos que essas pessoas estão com seus direitos violados. Garantir o abrigamento, condição de moradia, de acesso à alimentação, à saúde, é garantir os direitos mais fundamentais”, explica o assessor do UNFPA. “É uma situação complexa, que não é apenas um caso de segurança pública, é de direitos humanos, de desenvolvimento social e as soluções precisam ser pensadas tendo em vista toda essa complexidade”.
O DIREITO DO OUTRO
Nesse contexto, as políticas públicas podem contribuir de maneira significativa para a redução das desigualdades, favorecendo o acesso a direitos.
“Os dados ajudam a resolver achismos. A demanda por creche, por exemplo: muitas vezes o poder público pode construir uma onde não é exatamente uma prioridade e deixar de construir onde é mais urgente. Então, a partir do momento que você produz e utiliza dados como ferramenta para o desenvolvimento de políticas, a tomada de decisões é mais concreta, e isso vale tanto para orientarações do poder público quanto como ferramenta de participação da sociedade civil”, ressalta o assessor.
Uma alternativa comum em grandes cidades modernas, as faixas e os corredores de ônibus exclusivos têm como objetivo dar maior agilidade para quem usa o transporte coletivo. “Individualmente, pode ser que você, que está acostumado a ir de carro todos os dias, se sinta prejudicado no primeiro momento, mas pensar no bem comum é fundamental. É muito importante que o transporte público seja cada vez melhor, para poder ser usado por cada vez mais pessoas, e não o contrário”.
CIDADES NO MUNDO
A agenda urbana é uma preocupação global, e vem sendo discutida em espaços como a Habitat III – Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável. A partir de uma visão compartilhada, a ideia é repensar a agenda de cidades em todo o mundo.
Na mesma direção, a Agenda 2030, com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estabelece um plano composto de 17 objetivos e 169 metas. Se as metas forem alcançadas, em 2030 será possível ter um mundo mais justo, desenvolvido, sustentável e com qualidade de vida para a maioria da população.
Entre as metas específicas para alcançar o objetivo 11 da Agenda 2030 está proporcionar o acesso universal a espaços públicos, particularmente para as mulheres, crianças, pessoas idosas e com deficiência.
Também prevê o acesso de todas as pessoas à habitação segura e com preço acessível, com favelas urbanizadas e atendidas por sistemas de transporte para todos.
É uma discussão urgente. Até 2050, dois terços da população mundial viverão em cidades, o que exige soluções para questões relacionadas a infraestrutura, emprego, educação e saúde. Mas esse enorme desafi o passa não apenas pela implementação de políticas, obras e espaços, mas também por uma reformulação do pensamento a respeito do que é – e do que pode vir a ser – a cidade.
“Primeiramente, é preciso uma mudança de paradigma no que diz respeito as cidades, é preciso pensar a cidade para todas as pessoas, e pensar o planejamento urbano de forma integrada. Isso é essencial”, finaliza Monteiro.

25 de set de 2018

Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, está disponível o material didático do Curso SUPERA


SUPERA tem por objetivos:
  • Caracterizar a epidemiologia do uso, abuso e dependência de drogas no Brasil, relacionados à influência dos fatores culturais, políticos e econômicos;
  • Descrever o modo de ação das principais drogas psicoativas, seus efeitos agudos e crônicos;
  • Identificar o padrão de uso de drogas psicoativas, com o auxílio de instrumentos de triagem e diagnóstico;
  • Realizar procedimentos de Intervenção Breve para usuários que estejam na faixa de uso de risco;
  • Encaminhar corretamente pessoas que apresentem dependência de álcool e outras drogas para tratamento adequado;
  • Identificar os recursos da Rede de Saúde e da comunidade que possam auxiliar no encaminhamento e reinserção social de usuários de substâncias psicoativas.

Publicação

Publicações do Social Social: Livros, brochuras e outros
Clique e faça o download
Notas Técnicas produzidas para o CFESS, por profissionais especialistas em assuntos específicos.
Dia do/a Assistente Social

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Link 2


Agência de Notícias dos Direitos da Criança - ANDI
Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS - ABIA
Associação Nacional de Docentes de Ensino Superior - ANDES
Central Geral dos Trabalhadores - CGT
Central Única dos Trabalhadores - CUT
Centro de Doc. e Informação do Portador de Deficiência - CEDIPOD
Centro Feminista de Estudos e Assessoria - CFEMEA
Confed. Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social - CNTSS
Confederação Nacional das Associações de Moradores - CONAM
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE
Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura - CONTAG
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB
Conselho Indigenista Missionário - CIMI
Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional - FASE
Fórum Nac. dos Direitos da Criança e do Adolescente - Fórum DCA
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST
Movimento Sindical



Links úteis

PARA SABER OUTRAS INFORMAÇÕES, CONSULTE TAMBÉM OS SITES DAS SEGUINTES ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO SERVIÇO SOCIAL

ENTIDADES DE SERVIÇO SOCIAL

Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS)

Executiva Nacional dos Estudantes de Serviço Social (ENESSO)

Associação Latino-Americana de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ALAEITS)

International Federation of Social Workers (ISFW)

Comitê Mercosul de Associações Profissionais de Serviço Social

Asociación de Asistentes Sociales de Uruguay (coordenação 2008-2010)

CONSELHOS DE POLÍTICAS E DE DEFESA DE DIREITOS

Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH)

Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS)

Conselho Nacional de Educação (CNE)

Conselho Nacional de Saúde (CNS)

Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA)

Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM)

Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (CONADE)

Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI)

ENTIDADES DA SOCIEDADE CIVIL

Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI)

Associação Brasileira de ONG's (ABONG)

Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT)

Associação Brasileira das Lésbicas (ABL)

abl2006@globo.com

Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA)

Central de Movimentos Populares (CMP)

Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA)

Central Única dos Trabalhadores (CUT)

Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP)

Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT)

CONLUTAS

Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG)

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE)

Fórum Brasil do Orçamento (FBO)

Fórum das Entidades dos Trabalhadores da Área de Saúde (FENTAS)

fentas2004@hotmail.com

Fórum Nacional de Assistência Social (FNAS)

fnas.forum@gmail.com

Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU)

Fórum Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FDCA)

Fundação Cultural Palmares

Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE)

Instituto de Estudos Sócio-Econômicos (INESC)

INTERSINDICAL

Liga Brasileira de Lésbicas (LBL)

Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua (MNMMR)

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)

Observatório de Favelas

Conselhos Regionais de Serviço Social - CRESS

Fonte: Extraídos do site do CFESS

ONU Brasil

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