STF lança documentário que destaca atuação de trabalhadores da Corte no 8/1

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) lançou nesta quinta-feira (8) o documentário “8 de janeiro: Mãos da Reconstrução”, que revisita os ataques golpistas ocorridos em 2023 contra o edifício-sede da Corte a partir do olhar de pessoas que atuam no Tribunal. Produzido pela TV Justiça, o filme apresenta depoimentos de servidores e colaboradores que estavam de plantão no dia da invasão e nos dias seguintes, período em que parte do prédio precisou ser reconstruída.

O lançamento integra a programação especial do evento “8 de janeiro: um dia para não esquecer”, que marca os três anos da data.

Com 26 minutos de duração, o documentário recompõe passo a passo o ataque, com o apoio de imagens das câmeras de segurança do STF, que registraram a entrada dos invasores, a depredação dos espaços e a atuação dos funcionários na tentativa de conter os danos.

Os relatos são de profissionais de diferentes áreas que integram o funcionamento cotidiano do Tribunal. Entre eles estão o agente de polícia judicial Rogério Viana, a restauradora Laís Bezerra, o restaurador Gustavo Santos, a bombeira civil Luciane Oliveira, a vigilante Maria Guiomar Silva e o agente de segurança Emerson Freitas, da Central de Monitoramento do STF.

Também participam do filme os radialistas Iresvelt de Jesus e Roberto da Glória; Diego Santos, da equipe de limpeza e conservação; e Agostinho Braga Júnior, da Secretaria de Administração de Serviços e Gestão Predial.

Vindos de diferentes regiões do país, os profissionais formam um mosaico de pessoas que asseguram o funcionamento da Corte e que, naquele 8 de janeiro, viram o local de trabalho se transformar em cenário de destruição.

O documentário também destaca o papel da então presidente do STF, ministra Rosa Weber, hoje aposentada, na mobilização institucional que garantiu a rápida retomada das atividades do Tribunal. Sob sua coordenação, equipes de diferentes setores atuaram de forma integrada para que a abertura do Ano Judiciário ocorresse no Plenário reconstruído apenas 24 dias após os ataques, em 1º de fevereiro, assegurando a continuidade dos trabalhos da Corte.

(Gustavo Aguiar/AD)

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Assista ao documentário:


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